terça-feira, 15 de julho de 2008

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É preciso, na vida, aprender a ouvir os “Nãos”. E o primeiro passo  é aceitar que quem sabe eu Não aprenda isso.

Nanna Carolina 

sexta-feira, 27 de junho de 2008

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Escrever. Será que vai me libertar? Ou vai limitar meus pensamentos aos significados das palavras? Escrevo porque quero, ou porque admiro o que leio? Acho que o ser Nanna precisa de folhas brancas para sujar com aquilo que não cabe.
Não cabe no ser, não cabe na garganta, transborda pelos olhos, esvai-se pelos poros. Não cabe na página.


Nanna Carolina 

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Uou! Umbrellas!

Oba!!!!!!!!!!! Reza a lenda que se der uma chuva de xuxa, no meu colo cai Pelé!

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

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       Como distinguir a persistência da teimosia antes de saber os resultados? Como sobreviver à esse mundo que emburrece e embrutece em prol da adaptação? Como manter os vícios necessários à virtude? E pra quê? Pergunta-me ou te devoro.
       Este externo é um mundo de justificativas, escolhemos quais nos apetece para nos construir.
       A tormenta não regula sua intensidade. Regula a mim, como marionete, com seus fiozinhos de água a toa.  Insisto no subliminar, genial, transcendente, inconsciente. Mas minhas mãos congelam nesse ponto.
Ah! Também há o mundo.... Então deve-se sobreviver a esse turbilhão de contradições, deve-se triturar os sonhos mesquinhos, e no final não ganhamos nem uma insígnia de herói? E na mais bela e absurda das ignorâncias, optamos pela vida...
       Como pode o homem edificar seu habitat, tão às avessas de si? Quantos guerreiros em prol do insucesso e da inevolução?

Nanna Carolina  

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

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É por trás da trilha sonora da vida que e eu ouço o famoso desconhecido. O mundo não silencia e os outros insistem em esbarrar nos meus transes com estes malditos olhares. Perderam tudo, menos a certeza. As coisas eternas passam num piscar de olhos e competem com toda a gama do efêmero que usa todos os artifícios para atrair.
Meu fio da meada aguarda. Esperança pra depois. E como diria o Gabriel Garcia Marques, o sexo é o consolo que a gente tem quando o amor não nos alcança...

Nanna Carolina 

terça-feira, 13 de novembro de 2007

Lobo da Estepe

Eis o que me faz o amor me ser tão caro! Abrigo duas (ou mais) Nannas. Uma selvagem, voraz, tarada, rebelde, louca, perigosa... Outra sensível, de coração mole, que usa a razão e o bom senso e gosta de ler, ficar quietinha e conhece a si mesma... Acontece que as pessoas costumam gostar de uma das Nannas têm dificuldades com a outra. Quem gosta da Nanna Tigre não assimila a Nanna Tulipa e vice versa.

Nanna Carolina 

sábado, 15 de setembro de 2007

       Hoje é meu aniversário. Sinto a loucura como convidada para a festa surpresa que preparei pra mim. Estou sem voz e cansada para conseguir falar sobre o que eu deveria saber gritar em ópera. Dou voltas imensas para expressar minha vida. Afinal, ela não é limitada, é infinita.
       NÃO OBSTANTE, quero ser feliz e ter alguma saúde. Não que ninguém mais no mundo  o queira. Todas as mentes deveriam visitar paraísos e delícias para prosseguir a labuta. Mas a minha tem freqüentado o vale das luzes ofuscantes.
       Queria alguma defesa para toda essa tirania a que me imponho. Sem implorar, é claro, se mal aprendi a pedir. Sei bem sucumbir às panes da minha personalidade.
       Será que este foco distorcido das coisas vai me viciar como a todos? Será que vou sempre repetir as perguntas “erradas” às pessoas “certas”?
       De sentimento dopado me sinto bem. A confusão me deixa menos confusa.  

Nanna Carolina